quinta-feira, 11 de junho de 2009

Hardcore Superstar - Beg For It



Galera, sei que já postei sobre essa banda, más esse disco novo está furiosamente bom. Não consigo parar de ouvir, um grande lançamento nesse ano de 2009. Espero que venham ao Brasil o quanto antes, afinal é uma grande banda e que com certeza lotará show por aqui.

Não colocarei destaques do disco como de costume, pois o disco inteiro merece uma atenção especial. Muito se deve a entraga de Vic Zino nas guitarras, o cara ja tinha feito horrores pelo Crazy Lixx e agora mostrou que é um cara acima da média e fez outro grande disco com excelentes guitarras.

Long Live Hardcore Superstar !

terça-feira, 5 de maio de 2009

The cult - Beyond good and evil

Excelente disco, com uma pegada incrível e todas as músicas com aquele tipo de refrão que gruda na cabeça.
Melodias incríveis ! Enfim um disco homogêneo e bem recomendado pra quem gosta de músicas com pegada moderna, pesada e bem feita.

Destaques do disco:

Painted on my heart: Balada que da vontade de ouvir várias vezes seguidas sem parar. Linda canção.

Rise: Música pesada, grandes riffs e um vocal bem elaborado.

American Gothic: Excelente canção com certeza uma das melhores do disco.

terça-feira, 7 de abril de 2009

Courtney Love - America's Sweetheart


Grunge? rock n roll? pop/rock?
Independente do estilo, um belo disco, Courtney desperta raiva, auto-reflexição e senso anti social de alto nível.
Músicas bem compostas e uma belíssima capa.
Disco realmente muito bom de se ouvir. Confiram !

Destaques do disco:

Mono: Pegada rock n roll de primeira. Maravilhoso o descompromisso que a música passa com um vocal rasgando maravilhoso.

All the drugs: Sem dúvida a melhor do disco, pegada incrível, ótima letra e bons riffs de guitarra.

Uncool: Baladinha deliciosa pra se ouvir em momentos de auto-reflexição.

Solna - Eurameric


Junte alguns dos músicos mais talentosos da cena Hard/Heavy dos Estados Unidos e da Europa e ponha-os para executar um trabalho que contenha tudo que há de melhor nesses gêneros. Esse é o Solna, projeto que nos surpreende com um balaio de feras mandando ver numa sonzeira marcante. Impossível deixar de destacar a vocalista Pamela Moore, conhecida mundialmente por sua interpretação de Sister Mary no clássico dos clássicos, Operation: Mindcrime, do Queensrÿche. Para acompanhá-la no microfone, ninguém menos que Ralf Scheepers, do Primal Fear, responsável pelo toque “metalizado” do play. As atuações solo de ambos são soberbas, mas quando rola os duetos é de enlouquecer de vez! Impressionante como as vozes entraram em perfeita sincronia.

E os músicos da empreitada são todos do primeiro time também, com gente de bandas como Dokken, Lynch Mob, Starbreaker, Steve Vai e Sebastian Bach, entre outros. O criador da idéia é o baterista Zane Peterson (Malicious, China Blue), que levou mais de duas décadas para tornar a idéia realidade. Mas a espera valeu a pena e temos aqui um belíssimo álbum, digno de figurar em todas as listas de melhores do ano. Portanto, podem conferir sem medo! Uma das grandes empreitadas desse tipo que já pude ouvir.

Ralf Scheepers (vocals)
Pamela Moore (vocals)
Alex de Rosso (guitars)
Fabrizio Grossi (bass)
Rob de Luca (bass)
Tim Harris (bass)
Zane Peterson (drums)
Eric Ragno (keyboards)

Ramones - Too tough to die

"Too Tough To Die" é tido pelos fãs dos Ramones como o seu "disco de ressureição", pois marca a volta da banda ao Punk Rock, que antes havia sido parcialmente abandonado, em busca de sons mais pop's. Marca também a entrada de Richie Ramone (Richard Reinhardt) na banda, já que Marky havia saído ainda nas gravações de "Subterranean Jungle", de 1983.
Produzido por Tommy Ramone e Ed Stasium, o álbum volta totalmente às raízes da banda, sendo muito parecido com os dois primeiros trabalhos deles, com músicas curtas, rápidas e diretas e com as letras idiotas, na maioria das vezes. Eles também ganharam uma boa influência do Hardcore, vinda do baterista Richie Ramone, além de maiores participações vocais de Dee Dee, que canta 2 músicas no disco (Wart Hog, onde ele divide os vocais com Richie; e Endless Vacation), além de termos várias versões de músicas oficiais com ele nos vocais.

Reza a lenda, de que o álbum é uma homenagem à Johnny Ramone, que pouco tempo antes do lançamento se envolveu numa briga e teve um ferimento sério na cabeça, inclusive, passando algum tempo com a cabeça raspada. Podemos tirar isso pelo nome do álbum, que em bom português significa "Duro Demais Para Morrer".

Embora o álbum traga todas essas qualidades, ele não foi tão bem aceito na época (embora hoje em dia seja considerado como o melhor álbum da banda, em meio aos fãs) e as vendas não foram tão boas, embora tenham sido superiores aos anteriores. Em meio à isso tudo, o álbum abre um período obscuro na carreira da banda, que duraria até o lançamento do álbum "Halfway To Sanity", quando seria também a última gravação de Richie com os Ramones.

A versão que eu trago do disco, é a versão completa, com as faixas-bônus, que, em sua maioria, são versões demo das músicas do disco, embora também traga algumas (excelentes) músicas gravadas nessa época, que viraram lados B, mas que caíram totalmente no gosto dos fãs, como "Smash You", que eu julgo ser uma das melhores músicas dos Ramones; além de "Out Of Here", que traz uma pegada meio Heavy Metal; o cover "Street Fighting Man", dos Rolling Stones; e "I'm Not A Answer", que, na minha opinião, é a mais fraca das 4 "inéditas".

Os destaques, por sua vez, ficam com as faixas "Mama's Boy", "Wart Hog", "Too Tough To Die", "Durango 95", "Chasing The Night", "Endless Vacation" e "Howling At The Moon (Sha-la-la); esta última, que se tornou um dos maiores clássicos da banda.

Um discão, que é totalmente Rock 'N' Roll pauleira do início ao fim e promete agradar à todos os ouvidos.

Journey - Turn the page


Essa é a história de um sonho que se transformou em pesadelo. Quem conhece a carreira de Jeff Scott Soto a fundo, sabe que uma de suas grandes influências é o Journey, coisa que o vocalista sempre que possível fez questão deixar claro. Pois em 2006, quando Steve Augeri teve problemas de saúde, Neal Schon lembrou de Soto, com quem já tinha feito parcerias nos últimos anos, e o chamou para a turnê que se iniciaria em seguida, tendo o Def Leppard como co-headliner. Tudo parecia ir muito bem. No final da excursão, Jeff acabou sendo efetivado como o novo dono do microfone, causando euforia em todos que conhecem seu potencial e esperavam muita coisa boa dessa parceria.

Mas tão bombástica quanto sua entrada foi sua repentina saída. Em uma nota lacônica, o grupo apenas anunciou o fim da colaboração, agradecendo ao cantor pelos serviços prestados. Jeff logo acionou os ex-companheiros na justiça, alegando quebra unilateral de contrato. O processo corre até hoje. Fontes ligadas à banda afirmam que alguns dos músicos não se sentiam confortáveis com o background do vocalista, que tem sua imagem muito ligada ao Hard Rock/Heavy Metal, o que poderia enfatizar a idéia errada para os futuros caminhos do Journey. A idéia ficou ainda mais evidente quando Arnel Pineda assumiu o posto. Claramente o que todos queriam era um mero clone.

Controvérsias à parte, aqui está um registro da curta passagem de JSS pela banda. Um bootleg de muito boa qualidade, com grande parte dos clássicos da carreira do grupo. É hit atrás de hit, pra fazer a festa até de quem não é fã. Uma boa oportunidade pra conferir o que essa união, que terminou com uma facada nas costas, poderia ter oferecido ao mundo.

Jeff Scott Soto (vocals)
Neal Schon (guitar)
Ross Valory (bass)
Jonathan Cain (keyboards)
Dean Castronovo (drums)

Dire Straits - Brothers in arms

Gravado entre o final de 1984 e o inicio de 1985, e lançado no inicio de 1985, “Brothers In Arms” é o quinto, mais vendido, e logicamente, o mais bem sucedido álbum do Dire Straits. O estrondoso sucesso pode ser atribuído a vários fatores, um deles é o fato de Mark Knopfler estar [cantando, tocando] compondo como nunca [aqui estou babando ovo para ele de novo] e os demais integrantes em sua melhor forma... Outro fator importantíssimo, foi que a banda participou de um dos maiores, quiçá o maior, festival de todos os tempos, o Live Aid, evento que reuniu a maioria dos músicos que obtiveram sucesso no século XX em prol da fome na Etiópia. “Brothers In Arms”, sem sombras de dúvida, marcou época [em todos os sentidos, pois foi um dos primeiros álbuns a ter todo o processo de gravação usando equipamentos digitais]! Vamos aos destaques: “So Far Away”, Money For Nothing”, “Walk Of Live”, “Ride Across the River” e a incrível faixa título “Brothers In Arms”, com a participação de Sting, do The Police.